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sábado, 18 de setembro de 2010

Cinco fatos que você deve saber sobre Cloud Computing

Embora o termo cloud computing venha sendo amplamente divulgado, ainda é complicado para muitos definir um conceito comum sobre esta tecnologia, bem como ela pode ser empregada em seus projetos.

De modo a buscar um consenso sobre o que é cloud computing - ou até mesmo desmistificar “conceitos falaciosos” – aqui vão cinco importantes ideias sobre esta temática.

Cloud Computing não se trata de virtualização

Esse é um grande mal-entendido amplamente divulgado por muitas empresas que “vendem cloud computing“. A nuvem computacional significa autoprovimento de recursos, baseado na necessidade momentânea do cliente. Um servidor virtual trata-se de um ambiente onde existe a capacidade de escalabilidade de recursos, porém esta ação não ocorre de forma automática. Um pacote com recursos fechados de hardware e link de Internet não se trata de um cloud, mas sim de um VPS (Virtual Private Server).

Cloud Computing requer APIs

Aqueles que armazenam seus sites na Web e dizem que eles estão “na nuvem” precisam entender que parte do conceito de cloud computing se refere à utilização de um conjunto de rotinas e padrões, permitindo que os serviços se conectem ao servidor. Sem uma API, trata-se de uma “quase nuvem”.

Mover suas aplicações para uma nuvem não é a solução para as más práticas

Migrar para cloud computing não significa que existirá correção automática da arquitetura ou má utilização de design do seu site ou aplicação. Estas questões precisam ser abordadas e alteradas antes da migração.

Você é quem otimiza a segurança do seu site ou aplicação, esteja ele em um cloud ou não

De fato, a computação em nuvem é mais segura do que outros ambientes Web. Porém, muitos oferecem cloud como sendo a solução de segurança para qualquer site ou aplicação, independente do tipo de ação que você esteja fazendo nele ou a forma como o desenvolveu. As boas práticas de segurança devem ser seguidas pelos webmasters e desenvolvedores, seja o ambiente um cloud ou não.

Poucas empresas comercializam a verdadeira estrutura de cloud

Oferecer uma estrutura de cloud computing não é algo fácil de se fazer. O Brasil ainda não conhece nenhuma empresa que ofereça suporte a APIs, por exemplo. É necessário desenvolver todo este aparato de funcionalidades, oferecendo-as aos clientes e atendendo às suas necessidades, principalmente de escalabilidade (ou elasticidade) automática de recursos.


Fonte: David Linthicum, do InfoWorld.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Como funcionam os Trojans

Após várias investigações, resolvi publicar este texto, mostrando a vocês como funcionam os trojans. Tomei como exemplo dois dos mais conhecidos trojans utilizados para invasões. Não ensinarei como invadir, apenas darei uma idéia de como isso pode ser feito de maneira simples e descomplicada, de forma que você possa entender melhor como eles funcionam.

O que são trojans?

O poema épico Ilíada, escrito pelo poeta Homero, narra a história da Guerra de Tróia, que após dez anos de combate sem sucesso, os gregos construíram um enorme cavalo de madeira e colocaram alguns soldados no interior deste, oferecendo aos troianos, que receberam pensando tratar-se de um presente. Mas durante a noite, os soldados saíram do interior do cavalo e abriram os portões da cidade para que o exército grego entrasse e massacrasse os troianos semi-adormecidos. Foi a partir desta história que surgiu o termo trojan, para os programas que abrem as portas de um micro e possibilitam a invasão. Até hoje, a história da guerra de Tróia, não possui autenticidade comprovada.

Os trojans são bem diferentes dos vírus, embora possuem algumas semelhanças, como, por exemplo, perda de arquivos. Mas eles (os tojans), não se tratam apenas de programinhas escritos para destruir ou para causar qualquer dano aos micros, como os vírus. Eles são programas muito mais inteligentes, que podem ser controlados de qualquer ponto do planeta, com uma facilidade incrível, podendo até mesmo serem controlados por crianças.

Os trojans possuem duas partes: o cliente e o servidor. O servidor, obviamente, deverá ser instalado no computador da vítima e o cliente deverá ser utilizado pelo invasor. Um bom exemplo de trojan seria o tão conhecido Netbus. Repare que todos os trojans possuem o servidor como um simples executável e o cliente com interface gráfica, e é justamente isto que garante a facilidade de uso destes programas, até mesmo por leigos.

Basicamente, a função do servidor será a de abrir as portas do micro, possibilitando a invasão. Uma vez abertas as portas, o invasor terá a possibilidade de invadir, obtendo total controle da máquina, podendo baixar, deletar, renomear arquivos e até mesmo, assustar ou brincar com a vítima abrindo o drive de CD-ROM, abrindo caixas de mensagens, enfim, uma infinidade de opções.

Além disso, muitos trojans também são Keylogers, programas que captam tudo o que é digitado no teclado, inclusive senhas de e-mail, senhas de contas bancárias, etc, enviando esses dados por e-mail ou até mesmo via mensageiros instantâneos, como o ICQ.

Mas e como se prevenir destes ataques? A resposta é simples: nunca execute um programa de origem desconhecida. Não pense você que ter instalado um antivírus resolverá o problema, pois a cada dia surgem novos trojans, muitos deles indetectáveis pelos antivírus. Existem também alguns programas chamados binders que têm a capacidade de unir dois ou mais executáveis num único programa. Você poderá estar instalando um jogo, por exemplo, e paralelamente um trojan estar sendo iniciado sem que você perceba.

Atualmente temos vários trojans Internet a fora, podendo ser baixados em vários sites, principalmente sites hacker. Aqui utilizarei como exemplo dois destes, os mais conhecidos: o Netbus e o Beast.

Netbus

Ao baixá-lo você obterá dois arquivos: um chamado Patch.exe e outro chamado Netbus.exe. O Patch é a parte servidor e ele deverá ser executado no computador da vítima. Após executado, basta você abrir o Netbus, digitar o IP do micro alvo e clicar em Connect!

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Para saber se a conexão foi realizada com sucesso, verifique a barra de status. Veja que na figura acima ainda não está conectado. Clicando em Connect!, veja o que aparece na barra de status.

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Neste caso eu testei a invasão no meu próprio micro como exemplo, veja o IP 127.0.0.1. Uma vez estando conectado, você poderá fazer o que quiser com o micro.

Veja alguns botões e suas funções:

Server admin - clicando nele você terá a opção de fechar ou remover o servidor do micro da vítima.

Open CD-ROM - abre o drive de CD-ROM.

Show image - fornecendo o diretório, uma imagem será exibida. É preciso colocar a extensão (.bmp ou .jpg).

Swap mouse - o ponteiro do mouse é ocultado.

Start program - fornecendo o diretório, um programa será aberto.

Msg manager - aqui uma mensagem será exibida na tela. Você pode digitar o que quiser, escolher o tipo de mensagem e os botões que irão aparecer.

Screendump - clicado uma única vez, o programa fica aguardando um segundo clique para tirar uma foto do desktop da vítima. As imagens serão salvas no formato jpeg no diretório do Netbus. Geralmente deverão possuir os nomes temp1, temp2, etc.

Exit Windows - aqui você tem a opção de desligar, reiniciar ou fazer logoff.

App Redirect - esta é, sem dúvida, a função mais importante do programa. Se você der o diretório correto para o programa cmd.exe (promp de comando) e definir uma porta, vá no seu prompt de comando e digite telnet [IP da vítima] [Porta]. Fazendo isso, você poderá obter acesso aos arquivos via linha de comando.

Control mouse - como o próprio nome sugere, permite controlar o ponteiro do mouse no computador invadido.

Go to URL - redireciona para qualquer endereço. Exemplos: C:; www.google.com.br; etc...

O programa Netbus é um dos mais simples para este tipo de ataque. Além de possuir poucas funções, ele não serve para invadir computadores em redes privadas, como escolas, lan houses, etc. E o acesso aos arquivos só será possível via linha de comando, utilizando o programa telnet.

Como se trata de um programa já criado há muitos anos, o Netbus é praticamente detectado por todos os antivírus, tanto o patch como o próprio programa cliente. Testado no AVG, ele é detectado quase que instantaneamente e os dois arquivos são bloqueados. Já no AVAST, o antivírus só detecta se for feito um escaneamento no diretório que contém o trojan, mas mesmo assim os dois arquivos acabam sendo bloqueados.

Beast

Ao contrário do Netbus, este programa, além de possuir muito mais funções, oferece a possibilidade de se criar um trojan servidor.

O primeiro passo, após abrí-lo, será criar este trojan, clique em Build Server. Você definirá primeiro o tipo de conexão, se é direta ou reversa. A conexão reversa é a melhor, pois não será necessário saber o IP da vítima. Vamos conhecer como funcionam os dois tipos de conexão:

Conexão Reversa

Esta é sem dúvida a melhor. Consiste em fazer o computador alvo se conectar ao seu, e não vice-versa. É muito útil quando o alvo se trata de um micro interligado em rede intranet. Os micros que fazem parte de uma rede geralmente recebem endereços IP como 192.168.x.x, o que torna impossível conectá-los diretamente.

Para criar o trojan para conexão reversa, siga os seguintes passos:

1º) Abra o Beast e clique em Build Server. Será exibida esta tela:

index_html_147d9db

2º) Selecione Reverse Conection. Você terá a opção de injetar no Internet Explorer, no Explorer, ou em qualquer outro programa do Windows. Assim, cada vez que o programa for aberto, o trojan servidor também será iniciado. Ou você pode ainda escolher a opção de não injetar em nenhum programa.

3º) No lado esquerdo, escolha Notifications.

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Clique em Get IP e o IP do seu micro irá aparecer. Este IP será utilizado para o computador da vítima se conectar ao seu.

Observação: se o seu micro estiver em uma rede privada, você não poderá utilizar o método de conexão reversa. Só será possível invadir via conexão direta micros que não estejam também em rede.

Clicando em E-Mail, você poderá colocar o seu e-mail para receber informações do PC invadido (pôr padrão o servidor de SMTP vem configurado para o yahoo, portanto você precisará de uma conta no yahoo, a não ser que você troque o endereço SMTP). Ainda tem a possibilidade de colocar o seu ICQ, caso possua, para receber informações em tempo real.

4º) Agora clique em AV-FW Kill.

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Aqui você tem a opção de desabilitar o firewall e o antivírus, assim que o trojan for executado.

5º) Por fim você pode escolher o ícone para o seu trojan, clicando em Exe Icon.

Terminado, clique em Save Server para criar o trojan e feche a janela.

Após enviá-lo para a vítima, com o Beast aberto, clique em Start Listening [SIN]. Quando a vítima executá-lo, deverá aparecer uma mensagem, próxima ao relógio, dizendo que há uma nova vítima encontrada. Agora basta clicar duas vezes no micro a ser invadido e pronto (o IP do micro deverá aparecer junto com o nome). A partir de agora, você terá uma infinidade de opções, tudo vai depender dos seus objetivos.

Conexão direta

Os passos para se conectar diretamente são os mesmos para conexão reversa, mas com uma exceção: quando for criar o trojan você deve selecionar conexão direta e não reversa. Veja:

index_html_4c0f40

Você ainda tem a opção de colocar uma senha.

Siga os mesmos passos de anteriormente para criar o trojan. Obviamente este também deverá ser enviado para a vítima e ela deverá executá-lo.

Na janela do Beast, coloque o IP do micro alvo e clique em Go BEAST!. Se o endereço IP estiver correto e o trojan for executado, a invasão será bem sucedida. Verifique sempre a barra de status, caso apareça disconnected, algo pode ter dado errado.

Veja agora algumas opções que o Beast oferece:

Managers: -Files: clicando aqui você obterá acesso aos arquivos de qualquer disco instalado no PC (C:, D:, A:, etc).

-Registry: utilizado para criar entradas no Registro do Windows.

-WebCam: caso a vítima tenha uma webcam instalada, será possível visualizar as imagens geradas pela câmera em tempo real.

-Processes: lista todos os processos ativos.

-Services: lista todos os serviços ativos.

Windows: aqui tem opções para desligar, reiniciar, fazer logoff, etc.

Lamer Stuff: -Hide Icons: esconde os ícones da área de trabalho.

-Hide Tray: esconde a barra de tarefas.

-Hide Start: esconde o botão do menu Iniciar.

-Open CD: abre o drive de CD-ROM.

-Hide clock: esconde o relógio.

Fun stuff: -Hide mouse: esconde o ponteiro do mouse.

-Go To URL: redireciona para uma url qualquer, como www.google.com.br.

-Chat: cria uma caixa de mensagens para comunica-se com a vítima.

Server: -Update: exibe opções para atualizar o trojan.

-Close Server: encerra o trojan.

-Kill Server: mata o trojan.

Misc: -Messages: exibe uma mensagem na tela definida por você.

São várias outras opções que o Beast oferece e cabe a você experimentar. Sugiro que você faça o teste com o seu próprio micro antes de querer invadir alguém, ou então combine com um amigo, e ambos aprendem juntos.

Lembre-se que não estou encorajando você a sair invadindo micros. Aliás, é pouco provável que você consiga isso sem que o trojan seja identificado pelo antivírus. Vale a pena desabilitar o antivírus temporariamente, pelo menos pra testar estes trojans.

vi no: www.guiadohardware.net

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A internet mais rápida do mundo

Se você precisa de uma internet relâmpago hoje é só você mudar para Chattanooga.

O google ainda está considerando a implantação de seu ISP à base de fibras mas, se você precisa de uma internet relâmpago hoje é só você mudar para Chattanooga.
Essa pequena cidade acaba de anunciar as velocidades mais rápidas da internet (E.U.A., claro) com velocidade de 1gbps sendo tanto para empresas como para moradores.
A rede EPB Fibra Óptica é de propriedade municipal de Chattanooga que tem parceria com a Alcatel-Lucent. Apesar de provavelmente ser uma cidade que você nunca ouviu falar, esta internet é real e já está disponível para a compra hoje.
O EPB opera uma rede de fibra óptica de alta velocidade que hoje oferece serviços para mais de 100 mil casas e empresas da Chattanooga e áreas rurais em volta. 1 Gigabit é extremamente raro e é facilmente o mais rápido serviço de internet oferecido no país. A empresa alega que eles estão vinculados com um punhado de comunidades internacionais para que se espalhe o mais rápido pelo mundo.
Reforçado pela rede passiva da Alcatel-Lucent a tecnologia óptica gigabit (GPON) a rede de Chattanooga pode atrapalhar a perspectiva da FCC Nacional de banda larga que planejava levar 100mbs para 260 milhões de lares até 2020. Este novo serviço de um Giga é 10x mais rápido que o deles.
E também é mais caro. Relatórios afirmam que o maior nível de serviço será executado por U$350/mês, mas honestamente, isso não é muito caro se você ama uma hyper velocidade. Para empresas de grande porte U$350 não faz nem cócegas e o beneficio do 1 giga provavelmente já será o suficiente para acelerar todo seu negócio.

Imagem

 

 

 

 

 

 

 

 

catei no Brazukas.org

10 sinais que indicam que seu computador faz parte de uma “rede zumbi”

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Botnet virou ferramenta para crimes cibernéticos. Saiba se a sua máquina é mais uma vítima!

 

 

 

Você sabe o que é uma botnet? É uma rede de computadores infectada com códigos maliciosos sendo controlados por um cibercriminoso, com recursos para que trabalhem de forma conjunta. Quando um computador é afetado por um malware do tipo bot passa a ser chamado de computador robô ou zumbi.

Ao controlar o sistema remotamente, os proprietários das botnets podem realizar tarefas mal-intencionadas. Entre as principais está a de enviar spam, realizar ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS), hospedagem de arquivos para web sites ilegais (pornografia, pedofilia, warez, cracks, phishing sites, etc.), distribuição e instalação de malware novo e abuso de publicidade online.

Hoje, botnets têm se tornado uma das principais ferramentas para crimes cibernéticos, já que permitem ataques em grande escala anonimamente. Vale destacar que muitos malwares causam sintomas parecidos com o de uma botnet, mas, mesmo assim, existem alguns sinais que não devem ser negligenciados. Saiba se a sua máquina é parte de uma botnet:

1. O cooler funciona em alta velocidade mesmo quando o computador está ocioso: Isso pode indicar que um programa é executado sem o conhecimento do usuário e está usando uma quantidade considerável de recursos. Naturalmente, isto também poderia ser causado pela instalação de atualizações da Microsoft, por exemplo. Outro problema que pode levar a ventoinha a trabalhar é muita sujeira no seu computador ou uma falha da peça.

cooler

2. Seu computador demora muito tempo para desligar, ou não desliga corretamente: Muitas vezes, o malware traz erros que podem causar uma variedade de sintomas, incluindo o desligamento do sistema de forma muito demorada ou com falhas imediatas. Infelizmente, erros no sistema operacional ou conflitos com programas legítimos podem também causar o mesmo sintoma. 

desligar-o-computador

3. Conteúdo no mural do Facebook não enviado pelo usuário: Há algumas outras razões, como o acesso não autorizado à conta no site, para esse problema. Se você vir isso acontecer, definitivamente precisa mudar sua senha e certifique-se que o sistema não está infectado. O ideal é se certificar que o computador não tenha nenhum malware antes de alterar a senha e não usar a mesma senha do Facebook em vários lugares diferentes.

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4. Os aplicativos estão muito lentos: Isso pode acontecer porque os programas ocultos estão consumindo uma grande quantidade de recursos do computador. Mas também pode ser causado por outros problemas.

lento

5. Não é possível baixar atualizações do sistema operacional: Este é um sintoma que não pode ser ignorado. Mesmo que não esteja sendo causado por um bot ou outro malware, se você não atualizar os pacotes de segurança regularmente, o sistema será infectado.

download

6. Não é possível baixar as atualizações de antivírus ou visitar sites dos desenvolvedores: O malware geralmente tenta evitar atualizações do antivírus e soluções de segurança. O impedimento no acesso ao site do desenvolvedor da solução também é um indicador muito forte da presença de código malicioso. 

antivirus

7. Internet muito lenta: Se um bot está executando no sistema, por exemplo, o envio de grandes quantidades de spam, um ataque contra outros computadores ou upload / download de grande quantidade de dados, o acesso à Internet pode ficar muito lento.

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8. Seus amigos e familiares têm recebido e-mails seus que você não enviou: Este pode ser um sinal de um bot ou outro malware, ou sua conta de e-mail foi invadida.

email

9. Abrir pop-ups e anúncios, mesmo quando não está usando um navegador web: Embora este seja um sinal clássico de adware, bots também podem instalar este malware em seu computador. 

popups

10. O Windows exibe no Gerenciador de Tarefas programas com nomes e descrições suspeitas: Usar o Gerenciador de Tarefas requer certo nível de experiência e investigação. Às vezes, um software legítimo pode usar nomes considerados estranhos. Uma entrada no gerenciador de tarefas não é suficiente para identificar um programa nocivo. Embora isso possa ajudá-lo a encontrar malware, medidas adicionais devem ser realizadas para validar os resultados. Remover os processos, arquivos ou entradas do Registro do Sistema, apenas na suspeita de um bot ou outro malware, pode fazer com que o computador nem mesmo inicie. Seja muito cuidadoso ao tomar esse tipo de atitude.

gerenciador de tarefas

“Esses sinais também podem ser indicadores de outros tipos de códigos maliciosos, sendo avisos importantes sobre a possível infecção do computador. Para confirmar se é um caso de botnet, é aconselhável verificar o seu computador com uma solução de antivírus. O ESET NOD32 Antivirus indica a presença de malware dos mais diversos tipos, incluindo os responsáveis por botnets", informa Sebastian Bortnik, Analista de Segurança da ESET América Latina.

Autor: Filipe Albuquerque

Downloads Relacionados

ESET Smart Security

vi no: http://www.baueletronico.com/

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Veja a velocidade de seus downloads na Internet com DownTester


Você já deve ter se perguntado qual a real velocidade de download da sua internet. Alguns sites oferecem medidores de velocidade, mas nem sempre são muito eficientes. Para resolver problemas desse tipo é que o DownTester foi desenvolvido. De maneira rápida e simples o aplicativo testa a velocidade de download da sua conexão. O mais interessante é que os links de transmissão de dados para fins de teste é você mesmo quem fornece. Assim, é possível verificar o comportamento da sua internet com endereços e downloads reais, os quais você conhece.
Tamanho: 125KB


DOWNLOAD: mediafire

vi no: http://gorpaki.blogspot.com/

domingo, 7 de março de 2010

OS 10 mandamentos para segurança em redes wireless


A popularização das conexões sem fio no Brasil em conjunto com o número de profissionais desqualificados para configurá-las é um prato cheio para pessoas mal intencionadas. Pensando nisso, escrevemos este post no intuito de, através de 10 mandamentos, lhe dar dicas rápidas de tudo que pode e deve ser feito para que sua rede wireless esteja de fato, segura.



1 - Não definirás o nome da rede com informações do cliente (nome do cliente, da empresa);
Identificando a empresa ou a pessoa dona do router, você abrirá espaço para que tentem, através de engenharia social, conseguir a senha para acesso à rede. Sugiro colocar nomes de deuses gregos (Zeus, Apolo, Hades), capitais brasileiras (Natal, Fortaleza, Aracaju) ou qualquer outra coisa que padronize sua nomenclatura.

2 - Usarás criptografia na tua rede e não a deixarás desprotegida com WEP;
Jamais deixe sua rede desprotegida. Se quiser protegê-la use WPA ou WPA2 que são infinitamente mais seguros que WEP.

3 - Mudarás as senhas-padrão de administração do roteador e o seu MAC;
Pessoas má intencionadas conhecem os usuários e senhas padrões dos roteadores e podem invadir sua rede através dele (podendo inclusive inutilizar o equipamento com uma atualização incorreta e proposital do firmware). Mude o MAC para que o atacante não identifique o fabricante do equipamento e, através de bugs conhecidos, possa invadi-lo.

4 - Escolherás senhas fortes com pelo menos letras e números (Ex:10T3CN0L0G1A);
Ataques de dicionário são comuns e escolhendo senhas com letras e números, a possibilidade de um ataque de dicionários (ou de tentativas humanas mesmo) dar certo é quase nula.

5 - Desabilitarás a administração do roteador através da rede sem fio;
Fazendo isso você resolve 90% dos problemas, pois somente pessoas conectadas à rede cabeada (portanto, dentro da empresa) poderão administrar o roteador.

6 - Atualizarás regularmente o teu firmware;
Bugs de perfomance e segurança são descobertos todos os dias e sua correção só é possível através da atualização do firmware do equipamento que deve ser checada pelo menos semestralmente.

7 - Limitarás o alcance do teu sinal;
Com isto impedirás que pessoas fora do prédio/escritório consigam detectar o sinal (caso o hacker tenha antenas potentes, a limitação do sinal surtirá pouco efeito).

8 - Dependendo do teu caso, desabilitarás DHCP e broadcast de SSID;
Fazendo isto você põe mais uma barreira para o atacante. A primeira é que ele não vai conhecer a faixa de IPs que sua rede trabalha e não conseguirá se conectar a ela. A segunda é que ele nem sequer saberá que sua rede sem fio existe (a menos que use ferramentas que descubram SSID não difusos). Só use este método se os usuários forem poucos ou se você tem tempo pra organizar os cliente wireless da rede.

9 - Se teus usuários forem poucos, usarás cadastramento de MACs;
Fazendo isto definirás quem pode ou não se conectar a tua rede. Atrelado ao segundo mandamento, trás uma boa parcela de segurança à sua rede.

10 - Seguirás os mandamentos acima


vi no http://www.iotecnologia.com.br/os-10-mandamentos-para-segurana-em-redes-wireless/

domingo, 21 de junho de 2009

CURSO DE SEGURANÇA EM REDES SEM FIO


CD-ROM de Segurança em Redes sem fio desenvolvido pelo MVP Aurélio ‘Baboo’ Minerbo. Em cerca de uma hora você aprenderá a instalar e configurar uma rede sem fio destinada a uso residencial ou em pequenas empresas, permitindo que você acesse a internet com segurança e rapidez. Os vídeos deste CD são bastante didáticos e claros, com narração totalmente em português, explicações detalhadas e exemplos reais. Este CD tem um foco especial em segurança, para que você possa configurar e utilizar a sua rede sem fio (wireless) sem se preocupar com ameaças externas.

domingo, 14 de junho de 2009

Download Curso prático de Redes – Laércio Vasconcelos

O CD é feito em formato PPT (PowerPoint 2000 ou superior, que faz parte do Microsoft Office) e inclui arquivos de vídeo (AVI) com filmagens e telas do Windows com movimento e explicações de voz.

Conteúdo do CD:

* 10 capítulos (Power Point 2000 ou superior)

* 900 slides com ilustrações de alta resolução

* 177 filmes sobre cabeamento e configurações do Windows, com explicações de voz

* E-Book de 300 páginas: ´Como montar e configurar sua rede de PCs´;

DownloadRapidshare
Parte 1| Parte 2 | Parte 3


Download Curso prático de Redes - Laércio Vasconcelos



domingo, 24 de maio de 2009

Seqüência Correta das Cores dos conectores rj-45 e como crimpar corretamente

Para muitos técnicos de informática é comum o esquecimento das posições corretas das cores no conector rj-45 para cabos de rede de computadores, principalmente os iniciantes na área ou até mesmo alguns profissionais mais experientes que passam muito tempo sem contato direto com a crimpagem e na hora que precisa não lembra. Bom se você já é profissional ou não vale reforçar com uma dica de como crimpar corretamente a evitar problemas de encaixe e perda da conexão por mau contato aí onde a chave da questão, imagine um servidor de missão crítica vier a ficar for do ar só por causa de conector mau crimpado daí a importância do assunto. Bom para começar é bom relembrar que existem dois padrões para as cores são eles o 568-A e 568-B esse padrões são normalizados pela EIA/TIA que neste caso atua com cabos com a categoria UTP (par traçado não blindado de 4 pares). Especificamente falando em relação às cores de seqüência é necessário saber o uso adequado dos padrões, se o cabo a ser usado é destinado para conexão entre computadores e outros dispositivos considerados como hosts a serem ligados a hubs ou switches é normalmente utilizado o padrão de cor 568-A nas duas pontas, entretanto pode-se utilizar também o 568-B nas duas extremidades este tipo de cabo é o mais utilizado. No caso de conexão entre dispositivos do mesmo gênero como, por exemplo, dois computadores ou dois hubs em cascata são necessários o uso do cabo crossover (invertido) que neste caso é utilizado no mesmo cabo os dois padrões de cores um em cada lado, as seqüência de cores padronizadas são as seguintes:

Para o 568-A, neste caso seria um exemplo de cabo normal onde às duas pontas possuem o mesmo padrão de cores salientando que também pode ser usado o outro padrão na construção de cabos comuns;

rj45 sequencia de cores

1=branco com verde
2=verde
3=branco com laranja
4=azul
5=branco azul
6=laranja
7=branco com marrom
8=marrom


Para o 568-B, ele é mais utilizado no uso de cabos crossover;

rj-45 ordem de cores

3=branco com laranja
6=laranja
1=branco com verde
4=azul
5=branco azul
2=verde
7=branco com marrom
8=marrom

Você pode ter observado que foram invertidas as duplas de posições de cores a 1º e a 3º e 2º e a 6º, assim os cabos que possuem a cor verde ficaram no lugar das laranjas e elas as da verde, isto acontece por que as posições 1, 2,3 e 6 é que são realmente usadas na prática pela camada física tanto do modelo osi como também do tcp/ip isto no padrão 100baseT que possui a velocidade máxima teórica de 100 Mbits/s.

Identificação dos pinos Placa de Rede

Uma observação importante a ser feita é em relação aos cabos crossover, atualmente os hubs e switches modernos já possuem um recurso chamado de auto-crossover, esta tecnologia permite o uso de cabos comuns mesmo na conexão de equipamentos que possuem a mesma função como, por exemplo, um modem dsl e um hub ou switch a flexibilidade é tão grande deste aprimoramento que ele permite até mesmo o uso de cabos invertidos onde normalmente deveria ser usado um cabo normal um exemplo seria a conexão comum entre um host e um equipamento de rede.

Em alguns cabos principalmente os fabricados pela furukawa as cores se diferenciam um pouco como neste exemplo que se segue:

RJ-45 padrão

1=verde claro


2=verde

3=laranja claro

4=azul

5=azul claro

6=laranja

7=marrom claro

8=marrom

As cores foram mudadas por que às vezes era difícil identificar corretamente as duplas de cores, pois os fios que tinham a cores brancas apenas se diferenciavam entre si apenas por uma linha bem fina colorida, assim decidiram colorir ele inteiro como cor mais clara igual ao do seu par facilitando desta forma a identificação.

Obs.: a seqüência de cores nos dois padrões devem são referidos em relação ao lado oposto ao do clipe que prende o conector rj-45 macho ao da fêmea.


Crimpagem


Segundo o renomado Láercio Vasconcelos para crimpar corretamente um cabo de rede é necessário um alicate crimpador, uma chave de fenda e um testador de cabo.

(1): Lâmina para corte do fio
(2): Lâmina para desencapar o fio
(3): Fenda para crimpar o conector

Passo a passo

1º) primeiro faça o corte do cabo no tamanho que você acha o necessário para onde ele será usado, neste caso utilize a Lâmina de corte;

2º) Agora desancape o cabo cerca de 1,5 a 2 cm com a Lâmina específica, só tome cuidado para não cortar de nenhum fio interno do cabo;


3º) Desenrole todos os cabos e estique eles com uma chave de fenda e depois os coloque na ordem de cores de acordo com o padrão a ser usado;

4º) nesta parte estique novamente com a chave de fenda e verifique mais uma vez a ordem correta das cores, com a lâmina de corte deixe os fios internos do cabo com o mesmo tamanho, teste a entrada do cabo com um conector com a face dos pinos voltados para você;

5º) Se for preciso cortar mais os fios corte já deixando os fios com o mesmo tamanho lembrando que a capa de plástico do cabo serve também para prender melhor o cabo ao conector, assim ele deve penetrar até um limite que está explicito no mesmo;

6º) para a capa chegue até o limite como está acima é necessário empurrar a mesma até este ponto, não dependa só cortando os fios até a capa chegar no limite empurre mesmo, assim é melhor por que se for cortado demais o fios às vezes o tamanho deles já não é mais suficiente para alcançar a ponta do conector e também os fios costumam sempre estar desalinhando assim uma crimpagem tende a não ficar perfeita por causa dessa tendência dos fios ficarem sobrepostos uns aos outros, como mostra a figura abaixo a posição do pino 6 é o laranja então ele ficará sobre o azul e o branco/azul, então para que o conector não mostre essa sobreposição empurre sempre a capa plástica e esconda-o dentro dela:

7º) Para uma crimpagem perfeita é necessário a verificação se todos os fios chegaram até a ponta do conector e a capa até o ponto como está a imagem acima, o alicate irá pressionar o conector neste dois pontos em cima da capa plástica e em todos os pinos para que eles entrem dentro de todos os fios e aja contato interno na parte metálica de cobre do mesmo, veja o na imagem abaixo que o conector rj-45 possui nos pinos certo prendedores afiados capazes de penetrar os fios internos do cabo:

8º) antes de crimpar sempre verifique corretamente os pontos onde devem estar os fios e a capa plástica do cabo e também se a ordem das cores está correta, esta é uma dica importante por que uma vez crimpado não se pode mais utilizar o conector pra outra operação do mesmo tipo. Agora neste momento use bastante força nas mãos para que o alicate consiga pressionar nos dois pontos de inserção;

9º) As características de uma crimpagem perfeita é quando além do cabo funcionar, é claro, a capa plástica foi pressionada corretamente no lugar e está encaixada até o limite, quando todos os fios sem exceção estão na ponta do conector e quando nenhum fio que está dentro do conectador se apresenta sobrepondo qualquer outro fio, nesta última característica basta seguir a dica que foi dita no item 6 deste artigo. Veja nas imagens exemplos crimpagens praticamente perfeitas:


Veja como nenhum fio se sobrepõem a nenhum outro bem como também os pontos de inserção estão nos seus respectivos lugares e limites.



10º) agora basta testar o cabo e verificar se todos os fios correspondem eletricamente na outra ponta.

Veja este vídeo de como montar na prática o cabo de rede:




Testando o cabo de rede

Testar um cabo é relativamente fácil utilizando os testadores disponíveis no mercado. Normalmente esses testadores são compostos de duas unidades independentes. A vantagem disso é que o cabo pode ser testado no próprio local onde fica instalado, muitas vezes com as extremidades localizadas em recintos diferentes. Chamemos os dois componentes do nosso kit de testador e terminador. Uma das extremidades do cabo deve ser ligada ao testador, no qual pressionamos o botão ON/OFF. O terminador deve ser levado até o local onde está a outra extremidade do cabo, e nele encaixamos o outro conector RJ-45.


Uma vez estando pressionado o botão ON/OFF no testador, um LED irá piscar. No terminador, quatro LEDs piscarão em seqüência, indicando que cada um dos quatro pares está corretamente ligado. Observe que este testador não é capaz de distinguir ligações erradas quando são feitas de forma idêntica nas duas extremidades. Por exemplo, se os fios azul e verde forem ligados em posições invertidas em ambas as extremidades do cabo, o terminador apresentará os LEDs piscando na seqüência normal. Cabe ao usuário ou técnico que monta o cabo, conferir se os fios em cada conector estão ligados nas posições corretas.




Referência principal
Laércio Vasconcelos
http://www.laercio.com.br/artigos/hardware/hard-020/hard-020.htm